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Dúvidas Frequentes - Perguntas e Respostas

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1.Qual o risco geral de ter cancro colo-retal na população portuguesa?

 

O risco depende das faixas etárias mas o risco global, ou seja, o número de novos casos por 100.000 habitantes por ano, incluindo todas as faixas etárias, em Portugal, é de cerca de 33.

Para ter uma ideia do impacto destes números na população portuguesa e tendo em conta a mortalidade desta doença significa que em Portugal morrem 10 doentes com cancro coloretal por dia.

 

2. Como posso saber se o meu risco é maior?

 a) Se tiver alguma doença inflamatória crónica intestinal tal como colite ulcerosa ou doença de chronn;

b) se tiver nos ascendentes o diagnóstico de polipose cólica hereditária

c) se tiver mais de 3 casos de neoplasia do colon na família, pelo menos um familiar direto, duas gerações afetadas  e pelo menos um diagnosticado antes dos 50 anos.

 

3. Que hábitos devo desenvolver para reduzir o risco de ter cancro colo retal?

Beber muita água e comer muitos vegetais e fruta. Evitar/moderar  o consumo de álcool, tabaco, carnes vermelhas e enchidos/fumados.

 

4. Como proceder para detetar precocemente o cancro colo retal

Consultar o seu médico se tiver alguma massa abdominal palpável, alteração persistente dos hábitos intestinais, dores abdominais persistentes ou perdas de sangue nas fezes;

Fazer a pesquisa de sangue oculto nas fezes anualmente, integrada nas rotinas analíticas.

Fazer pelo menos uma primeira colonoscopia aos 50 anos e, a partir daí, consoante a situação e os achados dessa primeira colonoscopia.

 

5. Quais os sintomas que me devem preocupar

Diarreias ou prisão de ventre persistentes e não habituais; perdas de sangue nas fezes; dores abdominais localizadas; dores tipo cólica repetidas.

 

6. Como devo proceder para fazer uma colonoscopia

Tem que haver um pedido médico e uma marcação num hospital ou num consultório onde façam endoscopias, realizadas por um gastroenterologista; é necessário uma preparação prévia com jejum e a toma de água com um produto laxante para limpeza do intestino; esta preparação pode ter ligeiras variações mas em geral tem início no dia anterior e é prescrita pelo local onde se realizam as endoscopias.

 

7. O que é fazer uma colonoscopia e o que custa

Uma colonoscopia é uma observação interna do intestino grosso com um endoscópio que se introduz pela região anal; o endoscópio é um tubo flexível e fino constituído por fibras óticas que permite visualizar todo o interior do colon.

Se não for realizado com sedação pode provocar algum incomodo e dores toleráveis e transitórias, por isso é mais cómodo realizá-lo sob efeito de uma sedação ligeira que coloca o doente a dormir.

 

8. Qual o tratamento para o cancro colo-retal

O tratamento curativo é a cirurgia, em que se extrai o tumor juntamente com um segmento do colon e os gânglios adjacentes.

Pode ser necessário complementar este tratamento com quimioterapia durante os seis meses após a cirurgia e, no caso do reto, com radioterapia.

 

9. O que é uma colostomia

No caso de não ser possível fazer a junção dos dois topos do intestino que se corta, pode-se ter que ligar o topo de cima à parede abdominal, de forma a evacuar diretamente através de um orifício (estoma) para o exterior (onde se coloca um saco coletor); esta situação pode ser só transitória ou pode ter que ser definitiva, no caso dos tumores muito próximos do orifício anal.

 

10. Como minorar os efeitos e inconvenientes de ter uma colostomia

Há formas de o fazer, que tem a ver com a aprendizagem e com alguns apetrechos técnicos / descartáveis que se usam; existem em todos os hospitais apoio e ensino em consultas de enfermagem.

 

11. E quando a cirurgia não for suficiente

Pode ser necessário realizar complementarmente quimioterapia ou radioterapia.

O que são terapêuticas adjuvantes ou complementares

São terapêuticas que se fazem após uma resseção cirúrgica de intenção curativa, com o objetivo de evitar o reaparecimento da doença à distância ou local, tardiamente. Só tem beneficio num número reduzido de doentes, conforme o desenvolvimento da doença

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